É lógico que, seguindo meu velho hábito de procrastinar, não segui a regrinha da música da semana como deveria... Mas ok, hoje estava vasculhando pelo meu Media Player e encontrei essa música aqui, do Lifehouse, que é uma gracinha:
Lifehouse - Hanging By a Moment
Desperate for changing
Starving for truth
Closer to where I started
Chasing after you
I'm falling even more in love with you
Letting go of all I've heldo onto
I1m standing here until you make me move
I'm hanging by a moment here with you
Forgetting all I'm lacking
Completely incomplete
I'll take your invitation
You take all of me now
I'm falling even more in love with you
Letting go of all I've held onto
I'm standing here until you make me move
I'm hanging by a moment here with you
I'm living for the only thing I know
I'm running and not quite sure where to go
And I don't know what I'm diving into
Just hanging by a moment here with you
There's nothing else to lose
There's nothing else to find
There's nothing in the world
That could change my mind
There is nothing else
There is nothing else
There is nothing else
Desperate for changing
Starving for truth
Closer to where I started
Chasing after you
I'm falling even more in love with you
Letting go of all I've held onto
I'm standing here until you make me move
I'm hanging by a moment here with you
I'm living for the only thing I know
I'm running and not quite sure where to go
And I don't know what I'm diving into
Just hanging by a moment here with you
Just hanging by a moment
Hanging by a moment
Hanging by a moment
Hanging by a moment here with you.
sábado, 28 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Às vezes...
Eu queria ser paciente, eu queria ser bondosa, eu queria ser delicada, eu queria conseguir ser educada com quem não merece...
Eu queria ser moralmente perfeita, eu queria defender a natureza, eu queria me acorrentar a uma árvore como ato simbólico, eu queria ser vegetariana, eu queria usar roupas mais coloridas, eu queria gostar mais dos dias de sol, eu queria conseguir aproveitar mais os dias de chuva, eu queria adotar animaizinhos abandonados na beira da estrada...
Eu queria conseguir amar mais, na mesma medida em que sou amada. Eu queria brincar mais, eu queria sorrir mais, eu queria ser menos séria. Eu queria não levar a vida tão a sério.
Eu queria não falar tanto palavrão, eu queria não gritar tanto, eu queria poder gritar o quanto eu quisesse.
Eu queria cortar o cabelo, eu queria deixar o cabelo crescer, eu queria que meu cabelo pudesse ser de um jeito a cada dia.
Eu queria poder gastar muito dinheiro, eu queria ter muito dinheiro, eu queria saber como não gastar todo o meu dinheiro.
Eu queria falar menos, eu queria ouvir mais, eu queria ler mais, fazer mais, ser mais. Eu queria dançar só por dançar, eu queria cantar só por cantar, eu queria ler só por ler e escrever só por escrever.
Eu queria ser moralmente perfeita, eu queria defender a natureza, eu queria me acorrentar a uma árvore como ato simbólico, eu queria ser vegetariana, eu queria usar roupas mais coloridas, eu queria gostar mais dos dias de sol, eu queria conseguir aproveitar mais os dias de chuva, eu queria adotar animaizinhos abandonados na beira da estrada...
Eu queria conseguir amar mais, na mesma medida em que sou amada. Eu queria brincar mais, eu queria sorrir mais, eu queria ser menos séria. Eu queria não levar a vida tão a sério.
Eu queria não falar tanto palavrão, eu queria não gritar tanto, eu queria poder gritar o quanto eu quisesse.
Eu queria cortar o cabelo, eu queria deixar o cabelo crescer, eu queria que meu cabelo pudesse ser de um jeito a cada dia.
Eu queria poder gastar muito dinheiro, eu queria ter muito dinheiro, eu queria saber como não gastar todo o meu dinheiro.
Eu queria falar menos, eu queria ouvir mais, eu queria ler mais, fazer mais, ser mais. Eu queria dançar só por dançar, eu queria cantar só por cantar, eu queria ler só por ler e escrever só por escrever.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Música da semana
Pois é. Brincadeira nova aqui no Devaneando. Agora toda semana tem uma música boa, diferente, ou que me agrade de alguma maneira!
Pra "abrir com chave de ouro", minha música favorita, da minha banda favorita!
E como não consegui achar nenhuma versão do vídeo em que a Universal não tivesse proibido a incorporação, fica aqui o link no Youtube pra quem quiser assistir ao clipe original, de 1987.
The Cure - Just Like Heaven
Show me, show me, show me how you do that trick
"The one that makes me scream", she said
"The on that makes me laugh", she said
And threw her arms around my neck
Show me how you do it
And I promise you, I promise that
I'll run away with you
I'll ru away with you
Spinning on that dizzy edge
I kissed her face, I kissed her head
And dreamed of all the different ways
I had to make her glow
"Why are you so far away", she said
"Why won't you ever know
That I'm in love with you
That I'm in love with you?"
You... Soft and only
You... Lost and lonely
You... Strange as angels
Dancing in the deepest oceans
Twisting in the water
You're just like a dream
Just like a dream
Daylight whipped me into shape
I must have been asleep for days
And moving lips to breathe her name
I opened up my eyes
Found myself alone, alone, alone
Above a raging sea
That stole the only girl I loved
And drowned her deep inside of me.
You... Soft and only
You... Lost and lonely
You... Just like heaven.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Selo novo!!!
Ganhei o selo "Amantes do Proibido", vou entrar na brincadeira.
Regras:
A- Colocar o selo em seu blog
B- Agradecer o blog que te presenteou: http://achados--e--perdidos.blogspot.com/
O ótimo blog da minha amiga Karina ^^
C- Dizer quem seria seu amante proibido: Sem dúvida o Johnny Depp (delicinha! xD)
D - Repassar o prêmio pra outros 10 blogs:
1 - Inferno Superior
2 - SóCaminha
Ah, tá bom, vai gente... Não conheço tantos blogueiros assim...
Uma Flor
Era só um espaço em branco. Um nada, um pode-vir-a-ser-algo. E, geralmente, onde existe um pode-vir-a-ser, um dia realmente passa a existir um ser.
Era assim que ela pensava. E então continuava, quietinha, quentinha, encolhidinha em seu canto. Esperando, confortavelmente, que um dia pudesse vir-a-ser.
Ser o que? O que ela quisesse! Afinal, é para isso que servem os grandes vazios: para virem a ser o que bem entenderem.
Ela só não sabia muito bem como aconteceria. Como ela viria-a-ser algo, o que ela quisesse. Talvez estivesse esperando por algum tipo de sinal, já não se lembrava muito bem. Talvez alguém viesse acordá-la, cutucá-la, mostrá-la ao mundo lá fora, mostrar a tudo e a todos que naquele nada existia uma grande possibilidade, que era ela.
Mas como poderia ser ela, se era só um nada? Um espaço em branco, uma possibilidade? Algo ainda inexistente, por-vir.
Não cabia a ela questionar. Ela só sabia que estava cansada de esperar por um sinal, até que percebeu: talvez o sinal pelo qual esperava fosse justamente esse, a falta de sinais! Agora estava claro: não era ela uma possibilidade infinita, desdobrando-se em milhões de coisas, e, ao mesmo tempo, em nada? Pois era isso, ninguém viria acordá-la. Nenhum sinal divino chegaria até ela. Pois ela já era tudo de que necessitava, o nada, o sinal, o por-vir, as possibilidades. Estava tudo dentro dela.
E, sendo assim, levantou-se, espreguiçou-se bocejando um pouco, e desabrochou. Levou a vida que queria, como queria, pois carregava em si todas as possibilidades de milhares de vidas.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Hoje não vai dar pra escrever.
Eu queria postar algo interessante hoje.
Queria escrever um daqueles textos que as pessoas lêem (ainda tem esse acento?) e ficam emocionadas, e dizem "Nossa, Mari, que lindo! *-* ".
Um daqueles textos cheios de magia, de coloridos, de gentes tão diferentes do que vemos todo dia, que podem até causar alguma mudança em quem somos, quando lemos sobre isso.
Mas hoje não vai ser. Não vai dar. Hoje é um daqueles dias. Sabe? Quando nosso cérebro resolve nos sabotar, nos pregar uma peça.
Um daqueles dias em que você se senta na frente do computador, pensando: "Hoje estou inspirada. Hoje vai sair um texto daqueles!", e então, simplesmente, nada acontece. Seu cérebro de repente parece ter se tornado mais vazio que sua geladeira, nada sai dele. Nem mesmo coisas ruins.
O que fazer? Hoje não vai dar pra escrever.
Queria escrever um daqueles textos que as pessoas lêem (ainda tem esse acento?) e ficam emocionadas, e dizem "Nossa, Mari, que lindo! *-* ".
Um daqueles textos cheios de magia, de coloridos, de gentes tão diferentes do que vemos todo dia, que podem até causar alguma mudança em quem somos, quando lemos sobre isso.
Mas hoje não vai ser. Não vai dar. Hoje é um daqueles dias. Sabe? Quando nosso cérebro resolve nos sabotar, nos pregar uma peça.
Um daqueles dias em que você se senta na frente do computador, pensando: "Hoje estou inspirada. Hoje vai sair um texto daqueles!", e então, simplesmente, nada acontece. Seu cérebro de repente parece ter se tornado mais vazio que sua geladeira, nada sai dele. Nem mesmo coisas ruins.
O que fazer? Hoje não vai dar pra escrever.
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